A criatividade, a frieza e a falta de compaixão do criminoso brasileiro chegou a patamares insuportáveis. A subtração de placas de trânsito, estátuas e monumentos públicos, registros de água, cabos telefônicos e a indústria da pichação cavalgam em ritmo desenfreado. Um pesqueiro no bairro de Palmeiras, em Suzano, teve que fechar as portas, pois marginais, se utilizando de enormes tarrafas, furtaram todos os peixes. Após o término de uma partida de futebol, um vendedor se surpreendeu ao constatar que bandidos levaram os 4 pneus e rodas de seu carro. A comerciária Simone Regina Penteado, de 19 anos, ao sair de um culto evangélico na cidade de Araraquara/SP, foi abordada por ladrões armados que roubaram 90 centímetros de seus cabelos. A servente Nair Silva Alves, de 67 anos, foi agredida violentamente por estudantes do ensino médio da escola estadual Nove de Julho, em Dracena, interior de São Paulo, e desabafou: “Passei grande parte da minha vida cuidando de estudantes, não sabia que este seria meu presente. Minha vontade é largar tudo, mas tenho que completar o tempo de aposentadoria”. Em Pirajá/SP, dois adolescentes da escola estadual Quinzinho Camargo invadiram a casa da diretora Leonor Gomes e atearam fogo em seu veículo. Em Maca tuba, estudantes não identificados, passaram cola na cadeira de uma professora de idade avançada, que ficou “presa” pela roupa, sofrendo enorme constrangimento. Em Presidente Prudente, um estudante de 16 anos matou com 3 tiros um colega de classe no estacionamento do colégio. O volume de informações em relação à criminalidade é tão grande que pode gerar duas situações distintas: 1)Causar desconforto, medo e, em alguns casos, pânico. 2)Servir de alerta para a adoção de medidas preventivas de segurança pessoal, familiar e patrimonial. Muita gente se recusa a falar de violência. Como a avestruz, que quando em perigo enfia a cabeça na terra para se sentir protegida. Essas pessoas acreditam que se não falarem a respeito de violência manterão o problema longe delas. Mas será que isso realmente as protege? É óbvio que não. Trata-se, evidentemente, de uma crença equivocada, pois qualquer informação a respeito de criminalidade é importantíssima para que se possa traçar estratégias de proteção. Negar-se a tocar no assunto é negar a possibilidade de ser vítima da violência urbana, e essa possibilidade não existe. É como tentar tapar o sol com a peneira. Esse não é o melhor caminho.
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